Uma coisa que costumo dizer em relação a Live-action é para “focar no filme e esquecer a arte original”. Como sempre, em qualquer coisa que se faça terão pessoas que vão gostar e outras que não e isso não foi diferente com a obra da Netflix.

Há alguns dias atrás foi liberado a adaptação da Netflix do anime “Death Note” e sabem o que aconteceu? Os criadores da história original GOSTARAM do filme. Isso mesmo, eles gostaram. Duvida de mim? Vem comigo que te mostro os fatos.

Em uma entrevista ao Anime News Network, Tsugumi Ohba e Takeshi Obata elogiaram a produção.

”Confesso que foi mais interessante do que imaginava. Cada segundo é de alta qualidade e muito estiloso. Podemos perceber claramente que é um Death Note de Hollywood. Acredito que esse filme pode agradar uma parcela maior de pessoas, e não apenas os fãs.” – Disse Ohba.

”Espero que as pessoas que ainda não conheciam o mangá possam aproveitar o filme na Netflix. A direção de Adam Wingard é esplendida. Ele apresenta visuais realmente lindos na tela. Posso dizer que eu gostaria de ter ilustrado uma história semelhante de Death Note.” – Finalizou Obata.

Masi Oka, um dos produtores do longa, revelou umas coisinhas também.

“O melhor momento para mim foi viajar ao Japão e mostrar o filme a Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. Nós tivemos uma sessão particular para eles. E quando eles terminaram [de assistir] e disseram ‘Obrigado’ e ‘Nós amamos o filme’, eu realmente comecei a lacrimejar, porque sou um otaku e um geek como todo mundo. Eu cresci com isso, então ver esses senseis se orgulhando de nosso filme me deixa orgulhoso e com sorte, deixará os fãs orgulhosos com o filme também.” – Comentou Masi Oka.

Então, para quem ainda não assistiu, o único conselho que dou é o que citei lá em cima. A adaptação da Netflix é totalmente diferente do que todos nós vimos no anime/mangá, então não vá assistir pensando que vai ver exatamente o que já havia assistido antes.

E antes de terminar, queria comentar um coisa… Todo mundo reclamando da hora em que o Light encontra o Ryuk, mas me diz: E se fosse com você? E se você visse um “deus da morte” na sua frente não agiria daquele jeito também?

 

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