Nesse feriado (12,13 e 14) aconteceu o Ultra Music Festival Brasil, famoso festival de música eletrônica conhecido mundialmente, que contou com artistas de diversas vertentes do eletrônico e DJs históricos agitando toda a galera. No primeiro dia, o palco UMF Radio teve o duo de DJs, DubDogz, que levantou o público com bons vocais e batidas agitadas, indo do Deep House ao Nu Disco, sem deixar a desejar.

Antes da apresentação no festival, o Conexão Pop bateu um papo com os gêmeos mais carismáticos do Ultra Brasil, Marcos e Lucas Schmidt. Eles contaram sobre sua trajetória, momentos marcantes, parcerias dos sonhos e ainda mandaram um alô!

 

Confira a entrevista:

CP: Então, vocês são gêmeos e já tocaram em várias vertentes da música eletrônica e queríamos saber por quê decidiram virar DJs?

Então, resolvemos virar DJs porque queríamos saber como era, fizemos um curso e começamos a produzir, criamos as nossas músicas e resolvemos tocar.

CP: Qual foi o momento mais marcante da carreira de vocês?
Acho que o mais marcante até hoje foi no começou do ano na Austrália, Rabbit Hole Festival, quando a gente chegou o palco tava vazio e do nada começou a lotar, ficou muito cheio.. Tinha gente em cima da van, dos ônibus.. Nós gostamos muito.

CP: Deve ter sido maior vibe né?! Qual a diferença entre o projeto Ruback e o DubDogz?
Então, o Ruback, é um trance.. é mais rápido e mais pesado. E DubDogz é mais devagar, vocal e acessível.

CP: Entendi. Duas vertentes opostas né. Vocês já tocaram em vários lugares do hemisfério norte, aqui na América do Sul.. Qual a diferença de tocar na gringa e tocar aqui?
O pessoal é muito diferente né, por exemplo, aqui no Brasil o pessoal gosta muito do Bass e do Drop. Lá o pessoal gosta do vocal, dos hits, cada local é de um jeito. No México o pessoal fica parado, eles estão curtindo muito mas não demonstram. Quando você acaba de tocar o pessoal quer autógrafo, foto e tudo mais. Na Alemanha a galera é muito agitada. Já no Brasil é uma loucura mesmo. (risos)

CP: Já tiveram algum desentendimento na hora de tocar?

Por incrível que pareça não, a gente é muito sincronizado.. Rola tudo no automático. Só no estúdio que rola umas brigas. (risos)

CP: Nunca entraram brigados num show, irmãos brigam né?

Não, no show nunca. Só no estúdio mesmo, cada um quer fazer uma coisa, aí acabamos discutindo. Mas na hora do show fica sempre tudo bem.

CP: Quem faz as composições de vocês?
As batidas e tudo mais, somos nós mesmos. A letra normalmente é o vocalista.

CP: Tem algum cantor ou DJ em que vocês sonham em ter como parceria?!

Nós gostamos de muitos, mas o Coldplay é o mais cabuloso! Nós adoramos. E nacional, uma música com o Vintage seria demais!

CP: Ele é realmente muito bom! Agora, “Always Summer”, é uma música muito boa! Ela será lançada amanhã mas espero que toquem hoje! Estão nervosos?

Obrigado! Um pouquinho, nós testaremos muita coisa nova e estamos um pouquinho nervosos. Mas vai dar tudo certo!

Já ouviram “Always Summer”? Não vão se arrepender! Ouça agora:

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