A edição do Ultra Music Festival Brasil, famoso festival de música eletrônica conhecido mundialmente, contou com artistas de muitas vertentes do eletrônico e DJs históricos. Agitando todo o público, no primeiro dia (12), o palco UMF Radio recebeu o carioca Marcelo Cic, DJ que se consagrou mundialmente com seu conceituado house e techno acompanhado de muita simpatia.

Antes de subir ao palco, o Conexão Pop conversou com Cic, e ele esbanjou animação! Contou sua trajetória, momentos inesquecíveis da carreira, suas referências e ainda mandou um alô!

 

Confira a entrevista:

CP: Você iniciou a carreira muito cedo, e desde então passou por grandes festivais renomados e dividiu backstage com DJs históricos como o David Guetta. Qual foi o momento mais marcante da sua carreira e por que você decidiu ser DJ?
Na verdade, o meu pai sempre foi ligado a vida noturna no Rio de Janeiro. Gerenciou casas noturnas, teve algumas próprias então eu sempre fui um pouco ligado à isso. O momento mais marcante foi em 2015, quando eu o convidei pela primeira vez, depois de 18 anos, a estar comigo no Rock in Rio. A gente subiu no palco, ele foi saudado pelos meus fãs. Eu já vivi muitos momentos importantes, e sou muito grato à Deus por tudo o que ele fez por mim, por tudo o que ele faz na minha carreira. Esse momento de ter tido meu pai pela primeira vez, foi algo realmente muito importante para mim. Minha mãe e meu pai na verdade, só que ela ficou um pouco com vergonha, então foi ele quem subiu no palco comigo. Eles são meus fãs número 1. Acordo sempre com o carinho deles, falando sobre a minha carreira. É muito importante.

CP: Qual a diferença de tocar lá fora, e se apresentar aqui no próprio país?
Sinceramente, eu amo tocar no Brasil, na América Latina. O público daqui é surreal, não tem nada igual. Cada país, cada continente é único. É que no Brasil tem aquele pesinho “caliente”. A vibe da América Latina é a melhor. Jogando em casa é mais fácil, né?

CP: Como está sendo a vibe do Ultra Music Festival aqui no Rio?
O festival está incrível, a vibe está incrível e o palco animal. Esse ano eu fiz uma pequena alteração, eu iria tocar no MainStage, e eu preferi tocar aqui, no palco UMF, pois fica mais próximo do público. O pessoal já está bem pertinho, e poder sentir a energia deles nesse momento é muito importante.

CP: Quais artistas você tem como referência?
Eu tenho o *** à Steve Angello. Eu gostei muito da parte promocional que o Martin Garrix fez nesses últimos anos, uma pessoa super incrível. Não posso deixar de mencionar o Hardwell, que me ajudou muito, eu fiz um remix oficial pra ele e é um cara que está sempre no Brasil. Cada DJ que eu divido o palco, seja nacional ou internacional, a gente pega um pouquinho de aprendizado. Acho que o mais importante é você estar compartilhando energias positivas, está aberto a sempre aprender, nunca achar que você sabe de tudo, ser prepotente. Ser aberto a tudo, você sempre vai captar coisas positivas.

CP: Como foi tocar no trio Ask2Quit?
Bom, nós paramos de fazer shows em 2015, e foram grandes shows. Fiquei muito feliz em fazer parte desse projeto com os meus amigos, e agora é uma fase de mudanças. Em novembro entramos com uma marca nova, ficará só CIC, o Marcelo sai. Tem música nova em novembro e janeiro também. Vem muita coisa boa por aí.

CP: Rolou alguma briga no trio antes de entrar no palco, já entraram para tocar brigados?
Já paramos show no meio, realmente a gente aprontou. Nunca entramos brigados no palco, isso não pode acontecer. Palco é palco. Temos que entregar o melhor para os fãs. Tudo acaba bem.

CP: Com quem você tem vontade de fazer parceria?
Tenho vontade de fazer música com a Anitta. É uma pessoa que eu tenho muita vontade, por tudo o que ela faz na carreira. É uma artista completa. É uma ótima cantora. Eu a vi no passado ainda começando e vê-la agora, com todas essas conquistas é incrível!

Já conhece o Cic? Você não pode ficar de fora! Ouça agora:

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