O Conecte-se de hoje, vai apresentar o carioca . O cantor iniciou a sua carreira no teatro, porém, ele já tinha uma veia musical desde criança. “Eu tenho videobooks, registro em diversos agências, faço testes. Mas meu foco é a música“. Antes de assinar com sua gravadora, o jovem postava covers em seu canal do Youtube. Lá, você encontra a sua versão de hits como “Umbrella” de Rihanna, “Same Old Love” de Selena Gomez e “We Don’t Talk Anymore” de Charlie Puth. Em seguida, ele lançou seu primeiro single lançado foi “Camarote Particular”. O hit foi lançado em maio de 2017 e tem influências reggaeton.

Começando 2019, BĒ está cheio de planos. Entre eles é lançar um EP, que está em seu processo inicial. “A principio, a gente ia dividir ele em duas etapas de lançamento, só que não conseguimos compreender se seria melhor lançar dois EPs ou um EP completo no fim do ano“. O carioca, também disse que gostaria muito de colaborar com Gloria Groove. Além disso, ele é super fã da Anitta. Se você der uma stalkeada em seu Twitter, também vai ver inúmeros tweets sobre Taylor Swift.

No último mês, o cantor lançou seu novo single “Suar”. Vale a pena colocar em sua playlist, confira.

CONEXÃO POP: Olá! Primeiramente, como surgiu o nome BĒ?
BĒ: BĒ na verdade é um apelido que geralmente se dá pra Bernardo. Mas a minha família sempre quis me chamar de Be, porque eles sempre tiveram o costume de me chamar assim. Meu nome não é nem Bernado, é Breno. É um apelido incomum pro meu nome. Então, por eles sempre me chamarem de Be, me passa uma sensação de casa, conforto e me marcou muito. É o jeito que minha família me chama, eles não me chamam por Breno, sim por Be. Então, eu fiz essa homenagem a eles. Quando eu escuto alguém de certa forma dizendo, “Oi Be, tudo bem?“, me traz a sensação de estar em casa.

Você já lançou diversos hits de 2017 pra cá. Este ano, você quer seguir na mesma pegada, lançando músicas pop ou pretende experimentar novos estilos?
Desde o começo, eu tinha feito um plano estratégico de lançamento de músicas mais focadas no mercado, como reggaeton ou funk. Só que eu tive uma crise de identidade no meio desse processo e lancei “Cobertor”, que é uma faixa que destoa completamente de “Camarote Particular”. De certo modo, eu não estou em um momento da minha carreira em que eu possa lançar coisas que eu 100% gosto e não ligue pro mercado. Então, infelizmente, eu tenho que estar atento no mercado. Por isso, eu estou reformulando todo o processo de lançamento e vamos focar mais em músicas voltada ao funk e reggaeton.

Atualmente, você está trabalhando em um EP. O que você pode contar pra gente sobre?
Então, esse EP ainda estamos no processo de formação. A princípio, a gente ia dividir ele em duas etapas de lançamento, só que não conseguimos compreender se seria melhor lançar dois EPs ou um EP completo no fim do ano. Basicamente, esse primeiro EP seria um relançamento com as músicas que já lancei, porém, em outros ritmos. Ele pode sair até maio, mais ou menos, é a nossa meta. Caso ele não seja lançado, vamos lançar ele no fim do ano, com parcerias, relançamentos, algo mais completo. Quase um álbum.

Seus clipes tem uma produção bem maior em relação a outros artistas brasileiros. Você considera isso essencial pra se destacar?
Olha, eu acho que eu aprendo muito com a Anitta. Ela é aquela pessoa que não para um dia e todo clipe dela nenhum é simples. Então, eu aprendo muito que se você quer impactar, se você quer estar nesse meio, você tem que trabalhar. Eu vejo muita coisa de artista brasileiro, como você falou, muito simples. Fora que eles tem muito mais grana que eu pra fazer algo maior. Eu não entendo se é preguiça da gravadora ou do próprio artista. Eu desde o início, sozinho, já fiz um clipe com uma estrutura maior do que artistas enormes, então, eu me orgulho muito disso. Eu gosto da qualidade visual instalada com meu trabalho desde pequeno.

Por exemplo, muitos artistas gravam um DVD e lançam um clipe extraído de lá.
Exatamente, acabou né? Gravou ao vivo e pronto.

Você além de cantar, escreve as suas músicas. Se fosse pra escolher: você prefere só cantar ou apenas escrever suas músicas?
Então, ser compositor é uma coisa que surgiu agora. Eu comecei a compor com 18 anos e as minhas composições eram muito Disney, uma coisa muito infantil. Quando eu fui crescendo, tendo maturidade e acontecendo certas coisas na vida, nós começamos a ter mais argumento pra compor. Então, só ano retrasado que eu comecei a realmente por a cara na composição. É uma coisa que acontece genuinamente? Não, porque não sai de uma maneira natural. Porém, eu estou aprimorando. Minha primeira música feita de sentimento 100% genuína eu escrevi e vai sair ainda este ano. Eu estou muito animada com ela, inclusive. Porém, escolher entre cantar ou escrever, eu prefiro cantar. Mas cantar e compôr é um pacote completo essencial pra um artista.

Você estrelou peças de teatro no Rio. Pretende focar um pouco no teatro ou até mesmo na televisão?
A atuação sempre foi uma paixão minha. Desde pequeno, sempre tive muita facilidade. E quando tem oportunidade relacionada a isso, eu corro atrás. Eu tenho videobooks, registro em diversos agências, faço testes. Se tiver oportunidade boa surgir, eu vou agarrar. Mas meu foco é a música. Isso seria uma oportunidade boa, quando surgir, pra complementar.

Quais artistas tanto brasileiro ou internacional você gostaria de colaborar?
Olha, se eu for pensar em um patamar pequeno, a realidade mesmo, eu gostaria de colaborar com algum artista LGBTs fortes. Eu gosto muito da Gloria Groove, sou muito apaixonado por ela e amo o trabalho dela. Mas pensando em termos grandes, aqui no Brasil, meu sonho de consumo, de vida é a Anitta. Isso, não tem sombra de dúvidas. Eu acompanho ela, desde a primeira música e até hoje, o crescimento dela e isso me inspira muito. Agora internacionalmente, eu gostaria tenho um sonho muito grande com alguns artistas R&B, sabe, Drake, The Weeknd. Porque tem uma pegada parecida com a minha voz.

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