Dia: 10 de Agosto, 2020

O suspense Volume Morto, chega às telas dos cinemas drive-in no próximo dia 20 de agosto. O filme nacional protagonizado por Fernanda Vasconcellos já esta dando o que falar desde sua estreia no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, sendo considerado muito polêmico.

Sinopse: Uma jovem professora se mobiliza para resolver o estranho caso de um menino mudo, de sete anos de idade, mas acaba se tornando a principal suspeita do problema. 

Em Volume Morto, conhecemos a professora de inglês Thamara, interpretada por Fernanda Vasconcellos, que marca uma reunião com a mãe de um de seus alunos após perceber comportamentos estranhos na criança. Enquanto isso, Luiza (Júlia Rabello)  seu marido Roberto (Daniel Infantini) tentam entender a origem do problema com seu filho.

A história começa na sala de aula de Thamara, quando ela ainda aguarda Luiza para conversar sobre o comportamento de seu aluno Gustavo em relação a outras crianças. Logo de início é possível sentir a tensão entre a professora e a mãe, o nervosismo de Thamara e a obstinação de Luiza ao não querer falar sobre o problema do filho, deixam a conversa com grandes problemas de comunicação, já que a mãe se recusa a conversar sem a presença do marido Roberto, um homem extremamente altivo.

A partir dai, se desenrolam situações que levam a professora e os pais ao limite, o que antes deveria ser algo para solucionar o mistério em torno da criança, se transforma em uma série de acusações e tentativas falhas de desenredar a origem do problema. O  afincamento mútuo, faz o telespectador duvidar de todos que estão em tela. A parte técnica do filme é ótima em mostrar como a tensão e o medo estão em pequenos gestos, não nas falas que se mostram mais corajosas do que de fato são.

Durante 80 minutos, somos levados a diversas teorias e revelações sobre o tratamento que a criança tem tanto na escola quanto em casa, e, de que forma isso presumivelmente esta afetando Gustavo.  Quando pensamos que já estamos próximos de descobrir a verdade, temos a celebre e surpreendente aparição da diretora da escola, interpretada por Fernanda Viacava. Que traz novas relevações sobre o tratamento da escola e da professora mediante toda a situação com o aluno.

Volume Morto — O longa mais polêmico do 52º Festival de Brasília ...

A direção de Kauê Telloli,  consegue criar um clima de imersão em seu suspense que faz o telespectador querer ir até o fim cheio de ansiedade para entender de fato quem é o causador dos problemas de Gustavo. As cenas onde mostram os desenhos da criança, os espaços vazios na escola, os detalhes da sala de aula, dizem, de um jeito muito singelo e inteligente, muito sobre a personagem de Fernanda Vascocellos. O medo e a submissão da professora com Roberto foram bem retratados através dos takes no rosto do ator Daniel Infantini. Tecnicamente, o filme soube transmitir muito bem as sensações que queria entregar.

Todas as montagens de conversas de Luiza entre as outras mães, por mensagem de texto, são bem encaixadas no filme, e revelam como é a personalidade da mãe, longe dos olhos da professora.

A forma como Roberto constantemente desmerece o trabalho de Thamara e  usa da violência verbal e física, para mostrar seu ponto de vista, me fizeram questionar sobre a visão que as pessoas têm sobre os professores e a importância deles, na formação de seus filhos. Apesar de cumprirem com um papel tão importante, por que professores ainda são tão desvalorizados? A arte é um reflexo da vida, então temos na professora Thamara um exemplo perfeito, desmerecida pelos pais de seu aluno e pela própria escola, ela se mostra um perfeito exemplo de uma educadora no Brasil atual. Ainda assim, por tocar em tantos assuntos delicados, o filme tropeça em se explicar e dar razões a cenas tão violentas e a constante falta de consequência delas.

A violência de alunos contra professores tem se tornado um assunto cada vez mais recorrente e preocupante nas salas de aula de todo o país, e o filme só retrata o que já sabemos, os filhos levam para sala de aula o que aprendem em casa. A desdenha de Luiza e a violência de Roberto contra a professora e diretora da escola retratam isso muito bem. E apesar de tudo isso, no fim, filme termina deixando brechas para interpretação individual do telespectador.

Se você busca um bom filme de suspense, com atuações memoráveis e uma direção de qualidade, ‘Volume Morto‘ é uma ótima escolha para você. Um ótimo filme nacional para sair do clichê e mergulhar em uma experiência que vai te deixar vidrado até o último minuto.

 

Alô amantes de lives! A Oreo reuniu Lázaro Ramos,Henrique Fogaça e Alexandre Herchcovitch em uma live inédita por 30 minutos, os três pais compartilharam suas experiências com os filhos, refletindo sobre a paternidade.

Na live, Fogaça falou sobre a relação com sua filha Olivia e como chegou a se culpar pela doença rara. “Hoje, eu só agradeço por ter tido a Olivia, me sinto emocionado por ela ter me trazido certos valores que muitas pessoas não percebem, apenas um sorriso, um gesto. Eu sou muito feliz em ter a minha filha”, comenta o chef.

Lazáro comentou sobre sua relação com os filhos e seus desafios, “Para mim, paternidade é aprendizado, tenho percebido minhas forças e fragilidades como pai”. Afirmou ser super ativo na paternidade e ainda trouxe a pauta de que o Brasil possui mais de 5,5 milhões de crianças brasileiras sem o nome do pai na certidão de nascimento.

Lembrando, que nesta sexta-feira (7), estreou o #OreoFazDeContos, com a história de Rapunzel. Essa versão, narrada por Lázaro Ramos, traz a protagonista como uma bela menina negra com cabelos longos e encaracolados. Confira:

Na próxima sexta, 14, é dia de João e o Pé de Feijão, narrado por Fogaça, onde João é um menino corajoso que vive aventuras em sua cadeira de rodas. No dia 22 de agosto estreia a releitura de O Patinho Feio, narrada por Herchcovitch.

ALÔ BOOKSTANS! Um beijo de inverno na livraria dos corações solitários já está disponível! E traz a narrativa aconchegante de Annie Darling apresentando um amor improvável entre Tom e Mattie, uma confeiteira brilhante, que por ironia do destino, detesta as comemorações natalinas da mesma forma que odeia o insuportável Tom.

Mas, com uma reviravolta, os dois se veem quase obrigados a compartilhar o mesmo apartamento e o ódio entre os dois, dá lugar à uma paixão eletrizante.

Em Um Beijo de inverno na livraria dos corações solitários, a autora Annie Darling compartilha de forma cômica, apaixonante e dramática, a rotina da livraria e do salão de chá durante o inverno natalino de Londres, que vira palco de histórias de amor apaixonantes.

A divertida série de livros foi publicada pela Editora Verus e já está disponível nas melhores livrarias.

Já deixa anotado na agenda, que dia 21 de agosto às 23h15, você tem um encontro marcado na TNT, com a estreia da premiada série The Hour, uma produção britânica ambientada na década de 50.

Em plena Guerra Fria, dois amigos jornalistas têm a oportunidade de trabalhar no local em que sempre sonharam e logo descobrem uma rede de conspirações que afetam altas esferas de poder e se veem diante de uma briga política entre o governo e seus empregadores.

The Hour ganhou um Emmy Award em 2013 por Melhor Roteiro de Minissérie e uma indicação para a mesma categoria um ano antes. Em 2011, foi indicada a três Globos de Ouro de Melhor Minissérie, Melhor Atriz e Melhor Ator e, um ano depois, repetiu o Melhor em sua categoria. Além disso, ele obteve oito indicações para os prêmios BAFTA entre 20011 e 2012.
A minissérie é protagonizada por Romola Garai (Bel Rowley), Ben Whishaw (Freddie Lyon), Dominic West (Héctor Madden), Anna Chancellor (Lix Storm), Joshua McGuire (Isaac Wengrow), Lisa Greenwood (Sissy Cooper), Oona Chaplin (Marnie Madden) e Julian Rhind-Tutt (Angus McCain).