Dia: 5 de Outubro, 2020

Best-seller do New York Times, Sabaa Tahir lança Um assassino nos portões, o terceiro volume da série Uma chama entre as cinzas (Verus Editora). Visando mais representatividade em suas obras, a autora, de origem paquistanesa, vai republicar os outros livros da sequência com um novo projeto gráfico, deixando explícito que os protagonistas são personagens não brancos.

O lançamento do quarto e último volume da série, com o título A Sky Beyond the Storm (“O Céu depois da Tempestade” em tradução livre), foi oficializado por Tahir durante uma live no instagram da Verus Editora. Este último chega no Brasil em 2021.

Dentro e fora do Império Marcial, a ameaça de guerra é cada vez maior. Helene Aquilla, a Águia de Sangue, está sendo atacada de todos os lados. Enquanto procura uma maneira de conter a escuridão que se aproxima, a vida de sua irmã — assim como a de todos os cidadãos — corre risco. Assombrado pelo passado, o imperador Marcus se torna cada vez mais instável e violento, e a comandante Keris Veturia aproveita a loucura dele para aumentar o próprio poder, deixando uma carnificina em seu caminho.

Um assassino nos portões (Verus Editora) vai deixar os leitores implorando pelo desfecho desta série ágil e cheia de reviravoltas arrepiantes. O novo livro de Sabaa Tahir chega às livrarias em outubro, junto com os volumes anteriores que agora irão compartilhar a mesma identidade visual.

Segura que tem MC Don Juan na área! O clipe de “Saudade do ex”, com a participação da dupla Luiza e Maurílio está entre nós, com uma pegada de funknejo que tanto amamos. Vem conferir:

Gravado em um galpão em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo, o vídeo mostra um relacionamento que acabou, e ela começa a curtir a vida de solteira. Mas mesmo assim, não consegue parar de pensar no ex, que por sua vez não quer mais nada.  O clipe tem a direção de Kaleb Rodrigues e Caio Pavan, com produção da GR6 Filmes.

“Estou muito feliz com essa parceria! Eu já acompanhava o trabalho da dupla e acho eles incríveis. A gente se encontrou em um show drive-in, em São Paulo, e logo fomos para o estúdio gravar. Tenho certeza que vai ser mais um hit e que vai explodir demais”, comenta MC Don Juan.

Ela não descansa! A autora #1 do New York Times, Sarah J. Maas lança sua novíssima série “Cidade da Lua Crescente”. Neste primeiro volume, Casa de terra e sangue, conhecemos a história de Bryce Quinlan, que busca vingança em um mundo de fantasia contemporâneo repleto de magia, perigo e romance abrasador.

A persongem Bryce, tinha a chamada vida perfeita, trabalhava duro e festejava noite adentro, até que um demônio assassina alguns de seus melhores amigos, deixando-a destruída e mudando sua vida para sempre. Sem entender como sobreviveu ao ataque da besta, a semifeérica tenta superar a perda, com o consolo de que o culpado por conjurar o demônio está atrás das grades. Mas quando os crimes recomeçam, dois anos depois e com as mesmas características, Bryce se vê no meio de uma investigação que pode ajudá-la a vingar a morte dos amigos.

Hunt Athalar é um notório anjo caído, agora escravizado pelos arcanjos que um dia tentou derrubar. Suas habilidades brutais e força incrível foram definidas para alcançar um único objetivo: assassinar – sem perguntas – os inimigos do seu chefe. Mas com um demônio causando estragos na cidade, ele ofereceu um acordo irresistível: ajudar Bryce a encontrar o assassino, e sua liberdade estará ao seu alcance.

Com personagens inesquecíveis, e um romance ardente com um suspense eletrizante a cada virar de página, Casa de terra e sangue é o primeiro volume de Cidade da Lua Crescente, a nova série de fantasia da autora best-seller nº 1 do New York Times, Sarah J. Maas. Com mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo, Sarah é um fenômeno. Vencedora de três prêmios literários em anos consecutivos, a autora possui uma legião de fãs apaixonados. Agora, estreia brilhantemente no universo da ficção new adult.

Na última quinta-feira, fãs do astro Colson Baker, conhecido como Machine Gun Kelly, puderam apreciar, pela primeira vez, uma apresentação de todas as músicas do álbum mais recente do artista.

O show virtual de Machine foi pago, ou seja, apenas fãs que compraram o ingresso garantiram um link de acesso para assistir. Foi uma apresentação de cerca de 40 minutos, gravada na casa de shows Roxy, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Mesmo sendo gravado e com cortes visuais, era possível notar a euforia dos fãs no chat do site! Além disso, Machine parecia estar muito empolgado e feliz com o lançamento de “Tickets To My Downfall”, seu último álbum.

Antes de apresentar “Drunk Face”, o cantor disse que “a música traz lembranças antigas” e ele estava tendo “um ótimo momento”.  Em seguida, ao introduzir a “Bloody Valentine”, ele ressaltou que foi a primeira música escrita para este álbum.

Antes de cantar “Lonely”, Machine dedicou a música aos falecidos pai e tia. Ele fechou os olhos e se entregou na apresentação, fazendo com que essa faixa fosse uma das mais tocantes do show e emocionou muitos fãs.

Confira a setlist do show:

Title Track
Kiss Kiss
Drunk Face
Bloody Valentine
Forget Me Too (feat Halsey)
All I Know (feat Trippie Redd)
Lonely
WWIII
Kevin And Barracuda Interlude
Concert For Aliens
Mx Ex’s Best Friend (feat Blackbear)
Jawbreaker
Nothing Inside (feat Iann Dior)
Banyan Tree Interlude
Play This When I’m Gone

Para os fãs de thriller, aí vai uma indicação! A série “Bom Dia, Verônica” da Netflix tem deixado o público angustiado com a trama. A adaptação do livro de 2016 da dupla, Ilana Casoy e Raphael Montes – que na época foi publicado sob o pseudônimo Andrea Killmore -, foi lançado pela Darkside Books, que traz a jornada da escrivã Verônica Torres (Tainá Muller), e sua busca por justiça às vítimas de violência doméstica.

Vale lembrar que se você é sensível a este tipo de conteúdo, não continue a leitura. A produção da Netflix se esforçou em representar um tema tão delicado, com precisão.

O suspense policial traz plot twists à todo vapor, te prendendo a cada momento da série expondo as formas de violência e tortura sofridas pelas mulheres, sem banalizar a violência.

A história de Janete (Camila Morgado), é retratada com uma sensibilidade absurda, que sofre nas mãos do personagem Brandão (Eduardo Moscovis). A adaptação, deixou de lado alguns acontecimentos do livro, mas foi necessário para que a história coubesse em seus oito episódios.

Bom Dia, Verônica não é um livro fácil de digerir, os autores descrevem de forma explícita, os atos de violência, necrofilia e infidelidade, o que faltou na adaptação da Netflix, que não introduziu tais atos, a fim de não prolongar a série.

Na obra, Verônica é extremamente impulsiva, mas sempre busca a justiça pelas mulheres -o que é mantido na adaptação também-, e as decisões tomadas no calor do momento prejudicam a vida pessoal da escrivã. A personagem vivida por Tainá Muller retrata que é necessário muito mais que força de vontade para lutar contra o sistema.

Há alguns pontos que são necessários citar, o personagem Wilson Carvana (Antonio Grassi), na obra original, é um cara extremamente machista e preconceituoso, o que não é deixado de lado na série, porém, em menor quantidade.

O intuito da adaptação é trazer uma versão de Bom Dia, Verônica mais enxugada e higienizada, o que é necessário para não ficar algo tão corrido e maçante de assistir, algo necessário para tornar o seriado, maratonável no fim de semana.

Eu, acredito que a forma que adaptaram a obra para a série foi boa e necessária, e vale lembrar que a Netflix não é conhecida por fazer temporadas tão extensas de seriados. Então não vejo outra forma de retratar a história de Verônica. Creio, que se houver uma segunda temporada, vão dar mais solidez para alguns assuntos que foram deixados de lado.

Bom Dia, Verônica é uma série boa, o ponto negativo é a falta de alguns elementos chave, e uma abordagem mais forte, no entanto, a produção é de altíssimo nível, com uma direção de tirar o fôlego, trazendo também uma fotografia absurda para o seriado.

O elenco trabalhou com excelência, demonstrando com muita precisão o arco de Janete e Brandão. Camila Morgado se entregou cem por cento ao personagem, nos fazendo entrar de cabeça na série e sofrer junto com a Janete. Por sua vez, o Brandão interpretado por Moscovis é assustador, o ator realmente viveu de corpo e alma, explorando todas as nuances.

Prendendo o espectador pelo suspense, ação e pela brutalidade, a série traz uma versão segura e com menos gatilhos que a obra original, e vale ressaltar que é importante a narração abordada pela Netflix, que conscientiza o público sobre a violência contra a mulher.

NOTA: ⭐⭐⭐⭐