Dia: 9 de Outubro, 2020

Nada melhor que uma sexta-feira para liberar o clipe de “Sexta-feira”, não é mesmo? Com uma letra que apresenta o último dia da semana como um momento de alegria, a canção de Marcelo Falcão em parceria com Cynthia Luz chegou como um pop reggae dançante.

Gravado no hostel Amarelo, local bem tradicional no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, o clipe foi dirigido remotamente de Los Angeles pela Black3 e, além do clima intimista, trouxe de surpresa nas imagens o pequeno Tom, filho mais novo de Marcelo.

Nas redes sociais, o cantor celebrou a colaboração inédita com Cynthia e disse que a faixa “veio para comemorar o dia mais esperado pelo trabalhador, que passa uma semana correndo atrás, louco pra curtir a família na chegada do fim de semana, onde a porta de entrada é nossa querida ‘sexta feira'”.

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Hoje é um dia especial! A cantora, performer e influencer Any Gabrielly, completa 18 anos de vida nesta sexta-feira (09/10). Pra comemorar, ela preparou uma grande surpresa para os fãs, mais conhecidos como Sunshines.

Dando um spoiler que ela estava preparando algo, Any preparou uma cartinha secreta e enviou para diversos fãs clubes com seus nomes escritos à mão e um card com o autógrafo da artista. “Esse especial foi uma forma que achei de celebrar essa data tão marcante com os Sunshines! Separamos várias surpresas e quero que de alguma forma eles se sintam presentes na minha comemoração de 18 anos. Escolhemos looks, músicas e até os blocos do #DezoitAny refletem etapas da minha vida”, contou Any Gabrielly.

O vídeo acaba de estrear em seu canal do Youtube e você pode acompanhar a estreia ao vivo com a artista no play abaixo. Com grandes emoções, depoimentos de várias pessoas próximas de Any, desde seus familiares, amigos, colegas de banda à outras celebridades próximas. Os fãs irão conhecer o lado íntimo da artista, jamais visto antes em uma experiência inédita.

Corre pra conferir!

Em 2016, o mundo pop conheceu “Taking You”, o primeiro single em grupo de Daniel Seavey, Jack Avery, Corbyn Besson, Zachary Herron e Jonah Marais. Desde então, Why Don’t We não parou de ganhar fãs e fazer com que mais pessoas ficassem surpresas com o talento deles.

Os meninos possuem mais de 3 bilhões de reproduções globais, 670 milhões de visualizações no YouTube, 4,9 milhões de seguidores no Instagram, 5 singles com certificação de ouro, 2 singles Top 20 em rádios Pop e uma estreia entre os dez primeiros da lista Billboard 200 com o álbum de estreia “8 Letters”.

No início do ano, a banda informou que faria uma pausa para focar no próximo álbum e não estipulou uma data prevista para a volta. Como consequência do ”sumiço”, muitos começaram a se questionar se os meninos realmente voltariam.

No início de setembro, eles decidiram surpreender – mais uma vez – e anunciaram a volta! Mas, foi apenas em 29 de setembro que os limelights puderam sentir o gostinho de uma nova música. “Fallin” ficou em #1 lugar no Itunes dos Estados Unidos nas primeiras horas de lançamento.

Agora, Why Don’t We se prepara para uma nova era. Em uma conversa por zoom com o Conexão POP, Corbyn, Daniel e Jack falaram sobre os bastidores do videoclipe, definiram o próximo o álbum e falaram sobre a esperada vinda ao Brasil. Confira a entrevista completa:

CP: Qual foi a inspiração para a música “Fallin”? Como foi a produção da faixa?

Corbyn: Foi um processo louco com “Fallin”, pois ela meio que se escreveu. Nós estávamos no estúdio e Daniel falou ‘eu tenho essa melodia incrível e tenho toda a música na minha cabeça, nós precisamos fazê-la agora’. Então, largamos tudo que estávamos fazendo e começamos a escrever linha por linha.

As palavras começaram a sair e ele [Daniel] colocou a batida por trás das letras. A ideia para a bateria da música veio de uma canção do Kanye West e depois que conseguimos gravar a parte com bateria, nós pensamos que a letra já deveria estar junto. Ou seja, a demo foi gravada logo em seguida e quase não fizemos mudanças depois.

A demo foi basicamente a base para a música final e agora o mundo inteiro pode escutar uma faixa bem parecida com a demo, com apenas algumas adições. E [a música] teve um resultado incrível, acho que somos abençoados por ter escrito essa faixa.

CP: E sobre o videoclipe? Como foi a produção?

Daniel: Nós fizemos o videoclipe com o Isaac e foi bem legal, porque mal acabamos de escrever a música e vários diretores amaram. Eles queriam fazer um vídeo e muitas ideias começaram a surgir, pois eles realmente estavam inspirados.

O Isaac estava muito animado, ele é muito engraçado e ele trouxe a maioria das ideias. Na verdade, o Corbyn teve um período de gravação longo e gravou várias cenas com muitas cores bonitas, e ele [Isaac] mudou algumas cenas no resultado final, mas ele é incrível.

É estranho, pois tivemos que produzir o videoclipe durante a quarentena, então todos estavam com máscaras e precisávamos cumprir um distanciamento. Tínhamos algo como se fosse uma ‘fiscalização da quarentena’ e eles acompanharam toda a gravação. Foi diferente, nunca gravamos um videoclipe assim.

CP: Eu quero saber sobre os bastidores! Tem algo engraçado que aconteceu durante as gravações?

Corbyn: A gravação inteira foi engraçada. Quero dizer, eu gosto das cenas com água, as apresentações da banda. Teve alguns momentos em que eu estava pisando muito forte e começou a espirrar água no rosto do Jack e do Zach.

Também um momento em que pisei mais forte ainda e espirrou muita água no Daniel durante a parte dele na bateria. Foi divertido! Passamos o dia todo nos divertindo e foi épico.

CP: Vocês começaram a carreira com “Taking You”. Para vocês, qual é a maior diferença do Why Don’t We de 2016, em Taking You, para o Why Don’t We de 2020 em “Fallin”?

Corbyn: Meu Deus!

Daniel: Tem muita diferença! Eu acho que qualquer pessoa há quatro anos atrás pode concordar que é muito diferente agora. Nós crescemos muito, mas também acho que houve uma grande mudança em nosso ponto de vista de quatro anos para cá. Quando começamos, nós tínhamos muito a aprender sobre todo o mundo da música, mas nossos fãs nos deram uma confiança para aprendermos.

Então, um ‘alô’ para os fãs que acreditam em nós, porque estar fazendo o que amamos durante esses anos não seria possível. Se não fossem eles, não teríamos “Fallin” e não teríamos esse álbum. Não conseguiríamos nos tornar quem sonhávamos em nos tornar.

Nós somos muito fãs de “The Beatles” e isso era um dos segmentos que queríamos seguir. Queríamos fazer a nossa própria música, assim como eles fizeram, e agora estamos fazendo.

CP: O próximo álbum já está pronto, certo? Vocês podem descrevê-lo em apenas 3 palavras?

Daniel: Sim, ele está pronto e se eu fosse descrever em três palavras, elas seriam: energético.

Corbyn: Sim, energético. Fresh.

Daniel: Talvez honesto.

Jack: Isso, honesto!

Daniel: Nunca escrevemos nossas próprias letras e esse é o primeiro álbum que fala das nossas relações pessoais, nossos sentimentos. Tem várias letras que são histórias verdadeiras e que realmente aconteceram conosco.

Acho que os fãs vão morrer por escutarem esse lado. No passado, as músicas estavam relacionadas conosco, mas não eram sobre a gente e essas serão.

CP: Vocês têm a música “Come To Brazil”, mas nunca vieram ao Brasil. Quero saber, quando vocês finalmente vão vir para o Brasil?

Jack: Quando a Covid-19 acabar.

Corbyn: Quando pudermos ir com segurança.

CP: Talvez no ano que vem?

Corbyn: Espero que sim!

Daniel: Se a Covid-19 tiver acabado no ano que vem, estaremos no Brasil ano que vem.

CP: Para finalizar, vocês podem mandar uma mensagem para os seus fãs brasileiros?

Corbyn: Claro. Para os nossos fãs no Brasil, nós amamos vocês! Obrigado por serem tão incrivelmente entusiasmados mesmo com a gente não tendo a chance de visitá-los ainda. Nós estaremos aí assim que conseguirmos ir com segurança e estamos ansiosos para fazer shows. Nós esperamos que vocês estejam amando “Fallin” e esperando ansiosamente pelo próximo álbum.

Giulia Be era apenas uma menina de oito anos quando começou a compor suas primeiras canções. Multi-instrumentista, aprendeu a tocar piano aos seis e arriscou-se mais tarde nos acordes do violão. Hoje, aos 21 anos, dona de uma voz única que muita gente já conhece, a carioca tem estado cada vez mais presente entre os grandes nomes da música brasileira.

Leonina com Lua em Virgem, Giulia não esconde seu perfeccionismo quando assunto é trabalho. E o resultado fica claro em números e conquistas que não param de aumentar. Este ano, sua carreira mudou completamente! Depois do sucesso de “menina solta”, que chegou a figurar em 10º lugar entre as faixas mais tocadas no Spotify e já ultrapassou a marca de 257 milhões de streams, a jovem recebeu certificado de platina dupla no Brasil e tripla em Portugal pelo EP “solta”, emplacou outras canções entre as mais ouvidas, recebeu diversas indicações em premiações pelo país e, claro, conquistou a galera de fora, abraçando os fãs da América Latina e Europa.

Recentemente, a canção “se essa vida fosse um filme” virou trend no TikTok e atingiu a 12ª posição na lista da plataforma. A faixa esteve entre as 26 músicas mais usadas para challenges no aplicativo. E não para por aí! De acordo com dados do Instagram, Giulia é, atualmente, a 8ª cantora mais usada no Reels da plataforma com a música, sendo a única brasileira a estar no Top 10.

Com todo esse sucesso, fica impossível não reconhecer o esforço e o talento de uma menina que um dia estava deitada em sua cama sonhando com tudo que está acontecendo.

Agora, Giulia Be se prepara para dar início a uma nova fase da carreira. Nesta sexta-feira, dia 9, a cantora divulgou seu primeiro single em parceria. E a colaboração é de peso! Ao lado de Luan Santana, a jovem interpreta “inesquecível”. Composta originalmente em espanhol como “inolvidable” (que também acaba de ser lançada), a música foi escrita em questão de minutos, inspirada em uma situação vivida pela própria artista.

Em uma conversa descontraída por telefone com o Conexão POP no começo da semana, Giulia esbanjou simpatia e contou os detalhes do processo de criação, trabalho com Luan, realizações e muito mais!

CP: Como está a expectativa para “inesquecível”? Coração deve estar a mil, não é?

Giulia: Nossa, eu não sei se tô vivendo ou só esperando esse lançamento. Eu não paro de ir no countdown pra ver quanto tempo resta. Agora (no momento da entrevista) faltam 2 dias, 7 horas e 11 minutos!

CP: Se pra você a ansiedade é grande, pra galera que te acompanha é maior ainda!

Giulia: Pra eles é muito mais! Eu, pelo menos, já pude assistir ao clipe, mas eles ainda não podem ver até ser liberado.

CP: Há também aquela ansiedade de ver a reação das pessoas, não é?

Giulia: Com certeza! Mas eu tô feliz, tô orgulhosa de mim mesma e de todo o trabalho que a equipe – tanto a minha quanto a do Luan – fez. É tanta gente envolvida por trás de uma música…

CP: É um processo que, pra gente, que vê a situação de fora, o single pronto, não imagina a correria que acontece. É algo que parece “simples”, mas que exige bastante de todo mundo.

Giulia: Eu sempre quero que tudo saia perfeito, sou bem perfeccionista, e pra isso acontecer é muito trabalho, muito detalhe e muita cabeça! Mas o projeto tá lindo, pronto e a galera já pode conferir. Tô mega ansiosa e vai ser MUITO inesquecível.

CP: E parece que você decidiu matar o pessoal aos pouquinhos! Primeiro pegou todos de surpresa com a prévia na live Clássicos e depois com a capa do single.

Giulia: Você gostou?

CP: Gostei! E estamos bem ansiosos pra ouvir a versão em espanhol.

Giulia: A versão, na verdade, é em português. Primeiro nasceu “inolvidable” e, depois, “inesquecível” virou uma versão em português.

Inclusive, “inolvidable” tem outro clipe e outra letra. Por mais que seja o mesmo universo, é diferente. Então, espero que você assista aos dois clipes (risos)!

CP: Pode deixar! Então quer dizer que teremos duas coisas distintas de cada lado?

Giulia: Exatamente! Eu já tinha a melodia na minha cabeça para a história de “inolvidable” – e “inolvidable” é uma palavra que tem uma bagagem emocional, que instiga perguntas. Talvez o caminho mais óbvio seria seguir em uma vibe romântica, sobre ter vivido algo inesquecível com alguém, mas não foi assim. A sacada da música é justamente você falar: “Ah, beleza! A gente fez várias coisas legais nesse encontro da vida, foi incrível, mas eu sou inesquecível. E é por isso que você não me esqueceu até hoje!”, sabe?

Enfim, eu queria trazer algo disso. A música é emocionante, dá um geladinho no coração, mas, ao mesmo tempo, também é uma canção que tem atitude, é debochada, é poderosa. Acho que o pessoal vai se divertir bastante com tudo – o que é o mais importante. Quero muito ver o que vão achar disso!

CP: Das duas versões, você consegue escolher uma preferida?

Giulia: Cara, é tipo filho! É muito difícil de escolher (risos). Eu acho que cada uma tem seus méritos e suas qualidades.

Claro que estou bem animada para “inesquecível” por ser minha primeira parceria. Eu tô muito feliz com a reação das luantes, que estão me abraçando. Só que “inolvidable” também traz muita novidade. A canção tem um swing diferente da versão em português, foi a original e é meu lançamento em espanhol depois de “chiquita suelta”, que eu lancei no começo do ano. Então, foi um espaço grande pro público latino que eu fui ganhando e foi me conhecendo. Tô empolgada pra que eles tenham mais conteúdo no idioma.

CP: E a composição da música foi feita por você mesma?

Giulia: Foi feita por mim e pela Cris “Chill”, que me ajudou no espanhol. Por mais que eu soubesse a história que queria contar, há coisas no idioma que só sendo local pra conseguir falar de uma maneira legal. Com o espanhol que tive na escola não dá pra fazer uma música assim, já que precisa de expressões que você só vai ter vivendo fora.

Tô aprendendo mais e tô melhorando. Com a ajuda da Cris na tradução do que eu queria passar e do apoio que tive dos meninos, Dav e Johnny Julca (produção), Jean Rodriguez (mixagem) e Josh Gudwin (finalização da mixagem), que produziram e montaram a base do projeto, deu tudo certo!

Mas o enredo em si é verídico, são fatos reais! Foi algo que veio da minha cabeça mesmo, uma história minha!

CP: Há muita diferença entre gravar em português e gravar em espanhol? O processo de composição também muda?

Giulia: É diferente! Muito por conta disso que a gente conversou, de não falar de forma nativa (ainda, porque eu vou melhorar no espanhol e falar fluente).

Mas acho que a maior diferença é que no português eu escrevo muito sozinha, afinal, cresci sabendo. Em inglês também funciona assim comigo. Já no espanhol, como é a língua que eu tenho menos segurança, ainda tenho esse trabalho de estar sempre com alguém que fale fluentemente pra me ajudar a encaixar as coisas. A conjugação dos verbos é bem distinta nas duas línguas e, às vezes, eu rimo uma coisa que não faz sentido ou soa bem pra quem fala. Acredito que essa seja a maior diferença. Inclusive, pretendo escrever com outros compositores, mas tive poucas oportunidades até o momento.

Voltando ao espanhol, é meio que aquela coisa de eu ter uma ideia e de saber como quero que a música fique. Eu também tenho muita noção das melodias, de buscar fazer uma releitura do universo latino sem trazer um reggaeton, porque não tem muito a ver comigo. É tentar me traduzir nessas músicas, sabe?! Então, na maioria das vezes, eu escrevo em espanhol e passo a letra com alguém que realmente entende.

Já a voz, a gravação, ela é diferente no inglês, no português e no espanhol. É a mesma voz, mas algumas línguas permitem fazer coisas que outras não. Em inglês, se eu cantar sem dicção alguma vão achar que é conceitual. Já se eu fizer isso em português vão me chamar de bêbada (risos).

CP: A primeira música sua que ouvi foi “Too Bad” e fiquei impressionada com a pronúncia e a voz. Você está fazendo um bom trabalho, acredite!

Giulia: Muito obrigada, fico muito feliz em ouvir isso. Ainda vai ter muita coisa pela frente em outras línguas, eu espero. Já tô até querendo fazer um K-Pop também…

CP: É um desafio, hein! A galera do K-Pop é superforte

Giulia: Já pensou? Giulia Black Pink… Giu Pink (risos).

CP: É um bom nome! Já deixa guardadinho!

Giulia: Com certeza! Já quero!

CP: Como você já mencionou, “inesquecível” é a sua primeira parceria. E não faltaram elogios seus pro Luan Santana (e vice-versa, claro). A gente sabe que ele é um grande artista, assim como você, e que não vão faltar perguntas sobre como foi essa experiência com a canção. Mas, além disso, queria saber se você pode nos contar algo sobre trabalhar com ele que ninguém imagina.

Giulia: Cara, o Luan é uma pessoa… Eu já o admirava muito como artista, mas agora admiro também como ser humano. Ele é um cara muito humilde e generoso, recebeu a minha família na casa dele. Talvez algumas pessoas possam achar que somos diferentes – são estilos e vozes que mudam – e realmente somos se você analisar de longe. Mas eu acho que já deu pra ver um pouco na live (Clássicos) o quanto somos parecidos, o quanto temos os mesmos valores e o quanto a gente ama a música e o que a gente faz.

Ele é pisciano, meu Ascendente é Peixes, a gente tem o mesmo número da sorte (13), então há várias semelhanças que fomos encontrando, coisas que não esperávamos. A gente realmente virou amigo pra vida toda. Eu tenho um grande carinho por ele!

CP: E a gente espera que venham mais parcerias com o Luan e com outros artistas por aí.

Giulia: Eu espero muito! A gente até tem algumas ideias, mas (suspense) vamos focar nesse lançamento por enquanto.

CP: Pra finalizar, já que estamos falando de “inesquecível”, qual foi o momento mais inesquecível da sua carreira até agora?

Giulia: Sempre que me perguntam isso eu falo algo diferente, mas é porque há vários momentos que foram inesquecíveis pra mim. A imagem que eu tenho na minha cabeça, que com certeza eu vou contar para os meus netos, foi a minha participação no Rock In Rio, ano passado, com o Projota.

Mas em um dos ensaios pra live que rolou, eu falei pro Luan e pra Luiza (Sonza)… Não sei se foi o momento mais inesquecível de realização pessoal, mas foi um momento em que eu parei e pensei: “Caraca!”.

Eu olhei em volta e vi a equipe trabalhando e os dois conversando sobre arranjos (que são mais conhecidos e estão na vida pública há mais tempo que eu). Foi quando comecei a lembrar de quando era uma menina (ainda sou, né?!) compondo no quarto e pensando que era aquilo que eu queria pra minha vida. E hoje, estar sentada ali, falando sobre música e trocando ideia com grandes artistas foi um momento marcante. É bem provável que agora mesmo tenha uma menina escrevendo em casa sem imaginar que daqui algum tempo ela pode estar aqui com a gente! É muito louco, é muito verdadeiro!

As pessoas podem até falar que é clichê – essa coisa de sonhos se realizaram – mas o que eu posso fazer? É real (risos). Se é clichê é porque é verdade. Aquele foi um momento especial no qual meu coração falou: “Giulia, agradece! Olha tudo que você já fez e olha onde você tá!”.

Gostou? Não deixe de conferir “inesquecível” e “inolvidable” em todas as plataformas digitais!

A primeira parceria da carreira de Giulia Be veio forte! Ao lado de Luan Santana, a cantora divulgou nesta sexta-feira, dia 9, a faixa “inesquecível”. Composta originalmente em espanhol como “inolvidable”, também lançada nesta madrugada, a canção foi inspirada em uma história real vivida pela jovem.

Apesar do universo por trás das duas músicas ser o mesmo, elas trazem interpretações e clipes diferentes. Luan participa de “inesquecível” complementando os versos de Giulia, enquanto “inolvidable” estreia como versão solo, contando apenas com a participação do ator André Lamoglia no vídeo.

Em entrevista ao Conexão POP, a cantora falou sobre o processo de composição das duas faixas e da expectativa para o lançamento.

Para a jovem, “inolvidable” é “emocionante e dá um geladinho no coração, mas, ao mesmo tempo, também é uma canção que tem atitude, é debochada e poderosa”.

Já “inesquecível” reforça bem o lado romântico dos artistas. Feliz em contar com a participação de Luan Santana, Giulia se sentiu abraçada pelos fãs do cantor e não esconde o quanto admira o artista. “Talvez algumas pessoas possam achar que somos diferentes – são estilos e vozes distintas – e realmente somos se você analisar de longe. Mas eu acho que já deu pra ver um pouco o quanto somos parecidos, o quanto temos os mesmos valores e o quanto a gente ama a música e o que a gente faz […]. Realmente viramos amigos pra vida toda. Eu tenho um grande carinho por ele!”, conta.

“inesquecível” e “inolvidable” são os primeiros lançamentos da cantora depois do EP “solta“, que já ultrapassou a marca de 380 milhões de streams e recebeu a certificação de platina dupla no Brasil e tripla em Portugal.

Foto: Reprodução

A música faz parte do álbum de estreia da cantora e ganhou um clipe inspirado nos anos 80.

Carol Biazin tem novidades! Após dar o que falar em seu feat com Vitão, “Sempre Que Der”, a artista lançou, nesta sexta (09), o clipe de “Desgrama”, faixa confirmadíssima em seu álbum de estreia.

Nele, Carol interpreta uma estrela pop dos anos 80 que se frustra com a própria carreira e surta após ser vítima de manipulação. A direção ficou por conta de Ygor de Oliveira, que já assinou trabalhos de nomes como OUTROEU e Gabriel Elias, e o resultado ficou super divertido! Assista aqui:

Foto: Reprodução

 

“Essa música fala de um pedaço bem específico da minha vida, que é bem representado no clipe, e aborda um lado debochado e bem antagônico (…) Nunca achei que poderia fazer algo semelhante, mas tenho me apaixonado cada vez mais por este artista e personagem que estou lapidando (…)”, diz ela.

Nas redes, os fãs demonstraram apoio através da tag “ESCUTA DESGRAMA” e não pouparam elogios a performance da ídola:

Composto por Biazin em parceria com DAY e seu manager, Tiê Castro, e produzida pelo coletivo Los Brasileiros, o novo som revela o grande potencial vocal da cantora, que aparece mais atrevida do que nunca, e nos deixa ainda mais ansiosos pelo o que está por vir. “Essa foi uma das músicas mais difíceis que já gravei. Usei e abusei bastante dos graves da minha voz, coisa que nunca havia feito. Também estou muito orgulhosa e feliz por mostrar ao mundo um lado debochado e sarcástico que fará parte de 50% do meu álbum de estreia”, finaliza.

Um arraso, né?! Brilha, Carol!

 

A parceria do POP que nós queríamos! Bebe Rexha e Doja Cat se uniram no novo single ”Baby, I’m Jealous”. Lançado nesta sexta-feira (09), o clipe é uma pequena amostra do que os fãs podem esperar para o próximo álbum da cantora Rexha, após seu último projeto de estúdio ”Expections”, de 2018.

Além da música, o clipe também já foi divulgado pela cantora e está dando o que falar! Com looks muito ousados e um visual muito sensual, as divas cantam sobre insegurança e ciúmes com redes sociais. Ficou curioso? Confira o clipe!

O hit já está disponível em todas as plataformas digitais.

O Little Mix está vivíssimo! O lançamento do novo álbum ‘‘Confetti’‘ está quase ai e as meninas não para de trabalhar em sua divulgação. O grupo musical anunciou que vai trazer novidades sobre o projeto antes do lançamento digital e fisco.

Nesta sexta-feira (09), as meninas lançaram o novo single ”Not a Pop Song”. A faixa irá compor o novo álbum com previsão de lançamento para o dia 6 de Novembro.

O Lyric video e a música oficial já estão disponíveis em todas as plataformas digitais, confira:

 

Se você está procurando uma leitura instigante e comovente, O refúgio é tudo isso e muito mais! Mick Kitson, em seu romance de estreia, mostra em 320 páginas o verdadeiro significado de irmandade e o poder da natureza de cicatrizar algumas de nossas piores dores.

Agora publicado pela Editora Intrínseca, o livro conta a história de duas irmãs que precisam fugir de uma família negligente e tentar sobreviver em meio aos perigos de uma floresta inóspita. Abordando temas sensíveis, como abuso sexual e violência doméstica, Kitson escreve como os laços de amor entre irmãs é capaz de romper quaisquer barreiras em busca de proteção e de afeto que nunca tiveram.

Com lançamento originalmente em 2018, a obra foi eleita melhor estreia do ano pelo Saltire Society Literary Awards, importante premiação da Escócia, e também considerada uma das revelações literárias pelo jornal The Observer. A ideia para o livro surgiu quando Kitson era professor de literatura na Escócia e decidiu colocar em prática o antigo sonho de escrever. Ele queria contar uma história que falasse sobre as diferentes formas de sobrevivência: fosse à natureza selvagem ou na vida cotidiana.

Confira a sinopse completa dessa história sobre nossos limites, laços humanos e o poder da natureza de nos acolher quando mais precisamos. Aproveite também para comprar on-line o livro ou o e-book pela Amazon.