Dia: 25 de Fevereiro, 2021

Imagina ser surpreendido assim?! Porque o Gusttavo Lima foi surpreendido da melhor forma possível pela Bohemia, após dizer que seu estoque estava zerado, o cantor recebeu um caminhão para deixá-lo abastecido por seis meses, respeitando os protocolos que o momento pede.

A ação realizada pela Cervejaria Bohemia é parte do projeto de divulgação da música “Balada do Buteco”, produzida em parceria com a marca. Recém lançada nas plataformas de streaming e com mais de 26 milhões de visualizações no Youtube, “Balada do Buteco” também está disponível no canal de Bohemia no Spotify.

Parceiro e embaixador de Bohemia, Gusttavo Lima tem uma conexão muito forte com a Cervejaria devido à paixão pelos botecos. “Bohemia sempre teve em sua essência iniciativas que apoiam a cultura dos bares de todo o País, e o Gusttavo cresceu profissionalmente dentro desses locais. Por isso, não poderíamos ter um embaixador que melhor represente nossa marca do que ele”, afirma Bruna Vieira, Gerente de Plataformas de Bohemia. “Nesse momento que é importante ficar em casa, nossa decisão foi deixar nosso embaixador abastecido pelos próximos seis meses”, finaliza.

O Grishaverso foi criado em 2013, e desde então, Leigh Bardugo conquistou milhares fãs da saga “Sombra e Ossos”, que agora, ganha uma adaptação feita pela Netflix,  com participação da autora no time de produtores. A megaprodução estreia em 23 de abril de 2021 e terá a participação de atores como Ben Barnes (Crônicas de Nárnia). Confira o teaser:

E agora, o primeiro livro da série, de mesmo nome, ganha agora uma nova edição de capa e formato pelo selo Minotauro. Os outros livros da saga serão publicados ainda esse ano.

O clássico do universo YA conta a história de um país dividido pela Dobra das Sombras – uma faixa de terra povoada por monstros sombrios – no qual a corte real está repleta de pessoas com poderes mágicos. Ali, Alina Starkov pode se considerar uma garota comum. Seus dias consistem em trabalhar como cartógrafa no Exército e em tentar esconder de seu melhor amigo, Maly, o que sente por ele.
Quando Maly é gravemente ferido por um dos monstros que vivem na Dobra, Alina, desesperada, descobre que é muito mais forte do que pensava: ela consegue invocar o poder da luz, a única coisa capaz de acabar com a Dobra das Sombras e reunificar Ravka de uma vez por todas.

Por conta disso, Alina é enviada ao Palácio para ser treinada como parte de um grupo de guerreiros com habilidades extraordinárias, os Grishas. Sob os cuidados do Darkling, o Grisha mais poderoso de todos, Alina terá que aprender a lidar com seus novos poderes, navegar pelas perigosas intrigas da corte e sobreviver a ameaças vindas de todos os lados.

Ficha técnica:

Título: Sombra e ossos

Autor: Leigh Bardugo

Tradução: Eric Novello

288 páginas

R﹩ 49,90

Inovou toda! Na última quarta – feira (24), Malía lancou o clipe do single  “Run” em parceria com a GameXP, maior evento gamer da América Latina e responsável pela liga. O novo single foi feito especialmente para a liga, e marca a parceria entre uma cantora brasileira, uma grande label de games e o lançamento de uma música dentro de um evento gamer, um feito inédito no país.

Madrinha da liga, Malía compôs a canção que fala sobre resiliência e a superação das mulheres dentro e fora das telas.

Essa é a primeira vez que um videoclipe e um single são lançados dentro de uma competição de eSports no Brasil. Esse clipe é fashion, é feliz, tecnológico e atual. Ele traz uma história poderosa sobre ser resiliente, conta Malía.

Desenvolvido pela Maze FX, dona do M-Box estúdio, o clipe usa tecnologia dos games, o UNREAL. As cenas foram gravadas no Chroma Key e depois aplicadas em um cenário virtual. Na narrativa, a cantora está dentro do metrô quando resolve usar o celular para se distrair e acaba entrando dentro de um videogame. O curta tem muitos obstáculos, batalhas com drones, até chegar em um cenário futurista, inspirado em grandes metrópoles como Nova York e Tóquio.

Malía canta e dança para uma grande plateia e mostra que música e games podem levar os fãs para outras dimensões. A ideia é mostrar uma poderosa personagem que chega para garantir seu lugar ao sol, seja na vida real ou na segunda tela, reforçando o merecido espaço das mulheres.

Compor uma música e gravar um clipe sobre isso pra mim é muito especial porque essa é uma luta de todas nós, mulheres. Estar contribuindo com isso, musicalmente falando, entregando uma mensagem e fazendo da música um instrumento de conscientização é muito maravilhoso, reflete Malía.

Estou muito feliz em ser madrinha GRRRLS League, que é uma liga super necessária e um projeto muito incrível que coloca na prática muitos dos assuntos que a gente vem falando sobre a incessante busca por igualdade das mulheres nos espaços de poder. completa

Assista agora “Run

Foto: Jonathan Wolpert

O ator João Côrtes rodou seus primeiros projetos por trás das câmeras e ambos tem sido premiados em festivais fora do país. Com dois filmes selecionados em onze festivais, ele ganhou recentemente o prêmio de Melhor Diretor e Melhor Filme no New Cinema Film Festival, de Lisboa, com o filme “Nas mãos de quem me leva”. E agora, João também estará na série “Sala dos Professores”, do CineBrasil TV, e na série americana-brasileira “The American Guest”, da HBO.

Mas não parou por aí! Porque, João Côrtes tem soltado a voz em seu Instagram, com o projeto “King Kong Sessions”, onde entrega covers uma vez por semana. E nós, do Conexão POP batemos um papo com o ator sobre seus projetos, vem conferir:

Você é um artista completo, temos desde Cinema à Música no seu currículo, e o projeto “King Kong Sessions” mostra sua versatilidade em todas as áreas, como foi a ideia desse projeto de músicas no IGTV?

A ideia surgiu de um desejo meu de voltar a potencializar o meu lado cantor e músico, de voltar a me conectar com isso, além de criar um conteúdo musical no meu instagram que tivesse um nível alto de qualidade, de fotografia, de produção musical… O público que me acompanha com mais frequência no Instagram sempre me pede para postar vídeos meus cantando, tocando, enfim. Eles adoram! Então eu já vinha há algum tempo pensando em estruturar um projeto que unisse esses elementos, de maneira elegante, bonita e bem entregue. Além disso, tenho um pai que é produtor musical, um estúdio dentro de casa, e um irmão diretor de fotografia. Eu não tinha como perder a oportunidade de juntar as forças e talentos!

O que você pode nos dizer sobre seu trabalho na série “The American Guest”, da HBO? O que podemos esperar do seu personagem?

Não posso dar muitos detalhes ainda, mas posso dizer que foi um trabalho extremamente desafiador, talvez um dos maiores da minha carreira, até agora. A série com certeza vai encantar a todos quando for ao ar. É uma história linda. 

Você foi uma pessoa que se desdobrou MUITO nesse período de quarentena, criou inclusive o #TrocaComigo, que é um projeto incrível de bate-papo, como foi pra você se reunir com essas pessoas (virtualmente)? Como era o processo pré-live? Rolava alguma preparação antes?

Foi ótimo! Eu adorei fazer, foi muito enriquecedor, e inclusive tenho pensado em voltar a fazer… Pra mim foi uma oportunidade incrível, tive a chance e o espaço para entrevistar pessoas que admiro profundamente, artistas que me inspiram demais! Poder trocar, ouvir, aprender… 

Eu sempre conversava antes para explicar, mais ou menos, como seria a dinâmica do programa, quais perguntas eu faria, enfim… Só pra contextualizar o convidado. E na hora a gente sempre contava com o elemento do improviso, do que surge no momento… Eu realmente tive muito prazer em levar esse projeto! E de novo: Quero voltar a fazer!

Eu preciso citar seu trabalho como dublador também, que é incrível por sinal. Quais são as diferenças mais notáveis que você identifica entre atuar em frente às câmeras, e atuar dublando um personagem? É muito desafiante?

Muito obrigado! Dublar realmente me exigiu um foco e uma energia totalmente diferente. É muito desafiador e muito estimulante! Pelo principal fator de que não temos o nosso corpo e nossas expressões para nos ajudar. É apenas a voz. O grande lance é passar as emoções, os conflitos, as nuances, contar a história, tudo só com a sua voz. Eu sempre quis muito dublar, e já tive a oportunidade de dublar 4 animações. E todas foram experiências maravilhosas, que me ensinaram e me engrandeceram muito como ator. Dublar é um baita exercício! 

“Nas mãos de quem me Leva” é um trabalho incrível que tem MUITO João Côrtes envolvido nisso, como foi essa experiência de dirigir e roteirizar esse projeto? 

Talvez o maior desafio profissional que já enfrentei. Eu terminei de escrever o roteiro em 2017, e em 2018 eu não tive tempo de me dedicar ao filme, por conta dos projetos como ator e cantor. E em 2019, criei a Tentáculo Rec, junto do meu pai, Ed Côrtes, e meu irmão, Gabriel Côrtes. E com a nossa produtora, decidimos produzir o longa de forma 100% independente. Foi realmente uma maratona em vários sentidos, intensa e desafiadora, mas extremamente gratificante! Tivemos a parceria e o apoio de muitos artistas e profissionais fantásticos, uma equipe e um elenco delicadíssimo, que se entregaram de corpo e alma para contar essa história. Me encontrei muito como artista também na cadeira de diretor, e sinto que evoluí muito como ator. Me senti confortável podendo trabalhar e guiar os atores, criar as atmosferas de cada cena, e realmente me apaixonei por mais essa profissão. Estamos agora com o filme pronto, e prestes a ser lançado, muito em breve!

“Além disso, já estou escrevendo meu segundo longa, que pretendo dirigir também.. Logo logo poderei falar mais sobre!”

 

O curta-metragem “Flush”, é MUITO aclamado, como surgiu essa ideia de projeto?

A ideia veio da vontade de debater a masculinidade tóxica. O machismo. As máscaras que colocamos todos os dias para nos proteger de nossas inseguranças, de nossas vulnerabilidades. Sobre a quantidade de regras que nos são impostas pela sociedade, como homens, e a pressão que nossos jovens garotos sofrem constantemente, para tentar atingir esse padrão inalcançável do que é ser um “homem”. E como isso vai afetando o nosso subconsciente coletivo, de forma violenta, e ao mesmo tempo, discreta. E mais: O porquê de rejeitarmos tanto a ideia do feminino? É sobre desconstrução dessa máscara rígida da masculinidade, é sobre libertar-se disso tudo. 

Você tem um papel muito importante para os jovens, principalmente por inspirar pessoas através da arte, como você se sente com isso?

Me sinto privilegiado, honrado e abençoado por ter a possibilidade de inspirar através da minha arte. Que coisa linda é receber o feedback das pessoas a cada projeto novo que  eu lanço. É para o público que eu faço. E é justamente com esse intuito de inspirar, de questionar, de dialogar… O que vem do coração, dos nossos instintos, é sempre muito pessoal, então por vezes somos tomados por um receio de expor nossas manifestações artísticas. É uma responsabilidade imensa, e um presente, tudo ao mesmo tempo! Mas no fim do dia, o que me motiva a continuar criando e derramando arte no mundo, são as pessoas – de todas as idades – que de alguma maneira poderão se transformar com isso. Arte como instrumento de transformação, de evolução, de movimento! Eu só espero que eu possa continuar criando, colocando arte no mundo…

Por último, um recado para os leitores do Conexão POP.

Obrigado, de verdade, por todo o afeto e atenção! Quero lembrar que tenho um projeto musical no instagram, no IGTV, chamado King Kong Sessions – Em que lanço um vídeo por semana, cantando uma música diferente! Acabei de lançar o 3o vídeo, cantando Etta James! Espero que gostem! Fora isso, em breve vocês poderão assistir meu primeiro longa-metragem como roteirista e diretor, nas plataformas digitais!

Um beijo enorme para todxs vocês! E mais uma vez, muitíssimo obrigado pelo carinho!

Não se esqueçam de acompanhar João nas redes sociais para ficar por dentro de todos os projetos do ator, que tem muito trabalho lindo para mostrar!

Chegou hoje nos cinemas o filme “Depois a Louca Sou Eu”, uma dramédia e adaptação do livro que tem o mesmo nome. O sucesso de 2016 da escritora Tati Bernardi aborda a Ansiedade sofrida pela personagem principal, Dani (Debora Falabella), uma personagem intensa e complexa, aonde hábitos rotineiros como ir a uma festa ou viajar, se tornam um desafio para ela desde a infância. Na tentativa de narrar suas crises durante o filme, Dani é traída pela memoria, se contradizendo e deixando o filme cômico. Tudo parece melhorar quando ela se apaixona por Gilberto (Gustavo Vaz), um homem que passa por questões similares, para o desespero de Silvia (Yara de Novaes), sua mãe super protetora que se intromete na relação dos dois. Em meio as incertezas da sua vida, Dani passa por uma fase longa de dolorosa de autodescoberta para descobrir o melhor pra si.

 

Durante a coletiva de imprensa, o elenco contou um pouco de como foi viver cada personagem e as dificuldades que tiveram, vem conferir:

Quem é Dani aos olhos de Débora Falabella?

“Dani é uma mulher contemporânea e que tem uma forte relação com a família. Acho que o mais interessante do filme é mostrar como isso foi acontecendo, passando os medos da família para ela, e que todo mundo passa por isso na vida. Eu costumo dizer que hoje em dia é quase impossível passar por essa vida e viver no mundo que a gente vive sem ter ansiedade e melancolia.” – Contou a Atriz.

Como é a relação do Gilberto com a Dani?

“O percurso do Gilberto junto com a Dani é de descoberta desse amor e da possibilidade de amar, apesar da angustia que sente em estar vivo. Também existe a cumplicidade e ajuda mutua para entenderem o que sentem de ruim e também o que sentem de bom um pelo outro. É um encontro raro na vida do Gilberto, que o confunde, mas que também mostra a ele como pode ser incrível caminhar com alguém ao lado.” – Conta Gustavo Vaz

Qual o maior desafio desse projeto?

“Tratar um tema tão delicado, doloroso para muita gente, cada vez mais as pessoas sofrem com esses transtornos. Esta todo mundo se medicando, todo mundo angustiado, lidando com a ansiedade e como tratar esse tema com humor sem cair em uma relação desrespeitosa com o assunto? É um grande desafio achar essa medida e para isso estou contando com uma atriz que é fenomenal e esta modulando a hora que vai ser engraçado e a hora que vai ser dramático. Essa mistura de emoções ta muito presente no roteiro, as vezes uma cena começa de um jeito e termina de outro. Estamos muito cuidadosas para não ultrapassar essa linha.” – Contou a diretora, Julia Rezende.

 

Trazendo um elenco de gigantes, além dos citados ainda temos Duda Batista fazendo a Dani na infância, Beatriz Oblasser fazendo a Dani na adolescência, Romulo Arantes Neto e muitos outros. O filme também conta com uma Webserie “Diário de uma quarentena” disponível no Instagram da Paris Filmes, um spin off que mostra a protagonista lidando com situações cotidianas no isolamento social, dividido em 6 episódios e um especial de dias das mães. Confira o primeiro episodio:

Paris Filmes no Instagram: “O meu “eu ansioso” diz oi para o seu “eu ansioso”. Qual de nós vai aguentar essa #quarentena sem pirar??? #DepoisALoucaSouEu, breve nos…”

“Depois a Louca Sou Eu” esta disponível nos melhores cinemas perto de você, com a classificativa para maiores de 16 anos. Vale a pena ir conferir o quanto antes.

 

A quarta temporada de Elite ainda nem chegou na Netflix e a empresa já confirmou mais uma sequência para a série. Nesta manhã (25), o perfil oficial da provedora de conteúdo não só pegou o público de surpresa com o anúncio da quinta temporada como também revelou dois nomes para o elenco.

André Lamoglia, conhecido pelos papéis de Rafa Smor em Juacas e Luan em Disney Bia, será o primeiro ator brasileiro a fazer parte da produção. Ao seu lado, a argentina Valentina Zenere, que interpretou a vilã Ámbar em Sou Luna, também marca a estreia do país vizinho.

Como a data de lançamento da próxima temporada ainda é um mistério, resta apenas esperar para criar teorias sobre os novos alunos do colégio Las Encinas, não é mesmo?!