Categoria: Livros

Alô, amantes da leitura! Esse momento é nosso, porque o criador da série “True Detective”, Nic Pizzolatto lança uma coletânea de contos que exploram as ambiguidades humanas.

Construindo cenários tristes, e também poéticos, Nic Pizzolatto mostra em seu novo livro a dificuldade que as pessoas têm de se conectarem, ao mesmo tempo que expõe como o coração humano pode seguir caminhos controversos.

O autor, une seu conhecido talento e sua sensibilidade para contar histórias sob uma perspectiva contemporânea na obra “Daqui até o Mar Amarelo e outros contos”, com onze narrativas que tratam de temas comuns no cotidiano, sob o olhar sensível de Pizzolatto.

Um guarda-florestal salta de um arco de 200 metros de altura. Um artista tenta construir sua obra-prima em um castelo. Uma professora procura o filho desaparecido seguindo rastros de um estêncil manchado de tinta. Um jovem e seu ex-técnico de futebol americano viajam para sequestrar uma garota. Os personagens de Daqui até o Mar Amarelo e outros contos são pessoas comuns, mas suas jornadas nada usuais revelam as incertezas da existência humana.

Ao unir sentimentos contrastantes como crueldade, amor, solidão e amizade, Nic Pizzolatto, famoso por ter criado a série True Detective, da HBO, desvela a tênue linha que separa o bem e o mal, o certo e o errado. Nesta coletânea de contos, o autor mostra a batalha de seus personagens para tentar transpor os abismos entre eles e os outros, entre o passado e o presente e, às vezes, os abismos ainda maiores que os separam de si mesmos.

Foto: Joshua Lima/Stylist: Cleyton Vinicius Costa

O livro “Ariel:  Travessia de um Príncipe Trans e Quilombola”, escrito pelo jornalista Jared Amarante, foi lançado em janeiro e aborda a história de um príncipe transexual, gordo e preto.

A narrativa retrata a travessia e transição de Ariel, personagem principal que para no Quilombocéu após sofrer racismo e transfobia de seu próprio pai. Neste local, o jovem se sente aceito e é coroado como príncipe da paz.

O prefácio da obra foi feito pelo o psicólogo Wellington Oliveira e as ilustrações, por Nathan Borges. Atualmente, o livro está sendo vendido pela Giostri Editora e custa R$ 45.

 

Para saber mais sobre este lançamento, o Conexão POP bateu um super papo com Jared Amarante, jornalista e escritor. Confira:

Como surgiu a ideia de fazer um personagem como Ariel?

Bom, são muitos questionamentos. Um deles foi ‘por que até hoje não fizeram um personagem trans, preto e gordo’? Com isso, eu até percebi que tem livro sobre um príncipe preto ou em uma viés mais europeu, mas um príncipe trans eu não tinha visto, assim como um trans, preto e gordo, que a gente não encontra.

Então, acho que esse livro tem uma unicidade e pensei em unir essas características porque essas pessoas existem. Eu fiquei me perguntando ‘onde estão essas crianças, adolescentes e adultos trans, e gordos? Eles existem, estão no mundo, mas onde eles estão ou não estão representados? Quando a gente não tem representatividade, dá uma sensação de que não existe.

Então, quando a criança entrar em contato com esta obra, poderá falar para os pais ‘olha, ele é um príncipe trans, preto e gordo, eu também posso ser’.

Eu sempre quis ter um protagonista trans. Acho que esse livro pode ser uma denúncia de um transfóbico, gordofóbico e racista. E eu entendo que eu, como homem branco, se não faço nada em prol ao homem preto, eu estou fazendo a manutenção do racismo.

Você falou com trans, pretos e gordos durante a criação do livro?

Na verdade, esse livro demorou quatro anos para ficar pronto justamente porque eu me senti na obrigação de descer de alguns pedestais nos quais eu sei que a sociedade coloca corpos como o meu.

Então, eu não poderia simplesmente criar um príncipe trans, preto e gordo, uma vez que essas características não tocam a minha pele e eu vou passar a vida inteira sem senti-las. Passei mais de quatro anos entrevistando homens e mulheres trans de todas as regiões do país, que, inclusive, resultou em nove entrevistas que estão neste livro. A concepção de Ariel veio de um laboratório que chamo de observação.

A minha maior inspiração foi olhar esses corpos. Tentar minimamente compreender suas travessias e tentar senti-los.

Você acredita que o preconceito diminuiu com o passar dos anos?

Eu não posso dizer que nada mudou, mas ainda somos o país que mais mata corpos trans. A estatística já diz muito, somos um país que naturaliza a morte dos corpos pretos – que nega o racismo.

Claro, tivemos algumas evoluções em vários quesitos, como as leis que defendem e nos ajudam nessa questões, as cotas… Tivemos alguns avanços, mas é mínimo perto de uma estrutura que vem machucando esses corpos desde que o branco falou ‘você é preto, vem aqui ser escravo’. Então, não tem como dizer que avançamos muito.

Estamos muito em falta, tanto que é uma dívida histórica. Temos que fazer algo para que esses corpos tenham igualdade. A ignorância mata igual a bala do revólver, do policial que atinge um corpo preto.

Através do conhecimento e de não negar as coisas, podemos entender mais. Por exemplo, se você fala de educação sexual, você consegue ter uma percepção maior sobre as identidades de gênero.

Hoje, se você perguntar para 100 pessoas o que é sexo, identidade de gênero ou orientação sexual, elas não sabem falar. E isso é dar um ‘google’.

Este é o seu primeiro livro voltado ao público infanto-juvenil. Como surgiu a ideia de usar esse tema e segmentar esse público-alvo?

Eu sempre fui apaixonado por criança e minha paixão por crianças é desde cedo, e me considero uma eterna criança. Acho que tudo está muito linkado à criança, somos adultos curando feridas de criança.

A falta de representatividade é justamente o foco. As crianças olhavam e não tinham referências e não se sentiam pertencentes ao mundo. Imagina uma criança preta, agora uma preta e gorda, e some isso à questão de gênero como ela sofre?

Essas crianças existem e estão no mundo. Então, o meu olhar para elas foi ‘como deve ser
nascer, crescer, até uma idade em que vê contos de fadas e não se vê ali?’. Meu olhar para esse público é que devolvesse minimamente o sentimento de pertencimento e representatividade.

Eu preciso saber que essas crianças estão crescendo com o referencial de que podem ser príncipes, ser amados… A criança quando se sente vista, ela se sente amada, pertencente e acolhida.

Você pretende escrever mais obras para esse público?

Sim, eu penso. Eu penso muito em fazer ainda sobre as questões de gênero, mas não terei um outro protagonista trans.

Eu também tenho alguns projetos voltados ao público infanto-juvenil. Muita coisa está
bem no início, então não dá para adiantar muita coisa, mas eu quero passar por essas questões de gênero e raciais.

Acho que trazer esses assuntos para crianças educa. Quando eu falo infanto-juvenil, digo que é um livro universal, pois se levar o livro para os pais, ele proporciona uma psicoeducação.

Você percebe alguma diferença entre o seu primeiro livro e o sexto?

Tem muita diferença e eu não consigo nem dizer todas, mas gosto dizer assim: todos os meus livros são pautados em uma questão social. A minha primeira história foi sobre uma prostituta e eu queria trazer o olhar social para a prostituta.

Depois, os meus livros trouxeram doenças – com personagens enfrentando doenças terminais. E, meu último livro antes do Ariel foi sobre o amor de dois meninos evangélicos.

Então, eu falo de temas que as pessoas não querem falar. Então, nesse viés eu sou o mesmo, mas na questão da escrita eu melhorei muito. Eu não vou falar que sou um escritor completo, pois só tenho seis livros.

Eu acho que meus diálogos são muito melhores dos que eram antes e também acho que aperfeiçoei as ambientações. Hoje, os meus diálogos têm um caráter muito mais profundo.

Ariel também é diferente, pois é a minha primeira obra lúdica e fantasiosa. Eu nunca escrevi algo onde as nuvens tivessem cheiro ou as árvores falassem… Por eu nunca ter escrito algo com essa ludicidade, foi bem desafiador.

O livro “Ariel:  Travessia de um Príncipe Trans e Quilombola”, escrito pelo jornalista Jared Amarante, foi lançado em janeiro e retrata a história de um príncipe transexual, gordo e preto.

A história apresenta a travessia e transição de Ariel, que vai parar no Quilombocéu quando desabafa com seu papel após sofrer racismo e transfobia de seu próprio pai. No Quilombocéu, Ariel se sente aceito e é corado príncipe da paz.
A ideia é trazer a concepção do que imaginamos ser o céu, ou seja, uma terra de igualdade, resistência, força e segurança. E é neste lugar que Ariel se reafirma para o mundo como um garoto trans, preto e gordo. Vindo a ser corado com um pente garfo entregue por Deus.
“Esta é uma obra cujo propósito é trazer pertencimento e autoestima aos corpos pretos, trans e gordos e, também, educar a criança que mora no adulto. Esse livro é minha contribuição na luta antirracista. É também uma denúncia de um mundo transfóbico e gordofóbico”, diz Jared.
A narrativa apresenta diversas referências (inspiradas) na culinária quilombola; além de reflexões sobre a pressão estética, sobre o que é ser belo e formoso, e como podemos nos aceitar e nos amar mesmo quando os espaços sociais ainda não estão preparados para (e desprestigiam) os corpos gordos.
Além disso, o livro foi elogiado por celebridades e artistas importantes que possuem grande reconhecimento na mídia e amplo discurso social, como Jup do Bairro, cantora e compositora, vencedora do prêmio Multishow 2020; Tarso Brant, ator, que fez o personagem T Brant, na novela ‘A Força do Querer’, de Gloria Perez; Thales Alves, primeiro homem trans, preto e gordo a participar do Masterchef Profissionais; Viviany Beleboni; atriz, modelo e militante e; Lisa Gomes, jornalista e repórter.
O prefácio da obra foi feito pelo o psicólogo Wellington Oliveira e as ilustrações, por Nathan Borges. A obra está sendo vendida pela Giostri Editora e custa R$ 45.
Lili Reinhart é atriz e ativista em prol da divulgação de questões relacionadas à saúde mental. Nossa eterna Betty da série Riverdale,   lançou seu primeiro livro este ano e para alegria dos fãs brasileiros, ele acaba de chagar ao Brasil. Nado livre é seu primeiro livro de poesia.

Atriz da série ‘Riverdale’ escreve poesias desde os 16 anos e explora em seu primeiro livro temas como amor na juventude, ansiedade e depressão

A editora Alt, selo de literatura jovem da Globo Livros, lança Nado Livre: Swimming Lessons, primeiro livro de poesia de Lili Reinhart, atriz da série ‘Riverdale’. A obra traz mais de cem poemas inéditos, ilustrações de Cort Montgomery, tradução da poeta Ana Guadalupe e páginas coloridas em tons de rosa e vermelho.

Image may contain Text Handwriting and Calligraphy

No livro, Lili Reinhart explora a euforia do amor na juventude, a batalha conta a ansiedade e a depressão frente à fama e a inevitável desilusão resultante de um grande amor. Com temas universais e, ainda assim, profundamente íntimos; provocantes, reconfortantes e profundos, os textos são sobre crescer, cair e se erguer novamente.

Os poemas de Nado livre capturam a experiência de ser uma jovem mulher no cenário atual de um mundo obcecado pela imagem e refletem a honestidade, o otimismo e a perspectiva única pelos quais Lili já é conhecida.

Com ilustrações marcantes, os textos mergulham nas profundidades da experiência feminina, e formam a primeira obra de uma contadora de histórias em processo de autodescobrimento.
Curtiram? Para saber mais, acesse o site da editora Alt (http://globolivros.globo.com/selos/globo-alt).

Convocando todos os bookstans! O primeiro livro da série: Runaway Love que foi um sucesso estrondoso nas redes sociais, está disponível na Amazon. Entre o Poder e a Máfia, é aquele livro que te prende do início ao fim.

O livro conta a história de Gabrielle Williams, que é movida pelo desejo de vingança, e ao buscar justiça pela morte de seus pais, acaba entrando no mundo da máfia.

A autora Clélia Kruschinski Müller, traz um jogo de poder eletrizante que não deixará você parar de ler até descobrir quem será o rei, ou a rainha. Eles fizeram suas apostas, e você? Agora, você tem o passe de entrada para a máfia, mas ninguém te prometeu o de saída.

Entre o Poder e a Máfia, está disponível na Amazon, com mais de 2 milhões de leituras nas plataformas digitais (Wattpad e Spirit Fanfics), a autora Clélia te convida à uma leitura cativante, que com certeza você não vai se arrepender. Compre na Amazon, clicando aqui. Apoie os autores independentes!

O amor está no ar! E na semana de dia dos namorados, listamos alguns livros de romance que vão fazer seu coração derreter e ficar quentinho, repleto de lindas histórias de amor. Nada como um bom livro que nos faça mergulhar em uma jornada encantadora e com muitas aventuras. Confira aqui, nossas indicações:

1- Anna e o beijo Francês – Stephanie Perkins:

Amazon.com.br eBooks Kindle: Anna e o beijo Francês, Perkins ...

(Crédito/ Amazon)

“Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris. Porém, seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, sua fiel melhor amiga e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito, que além de muitas qualidades, tem uma namorada… 
Anna e Étienne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?” – Google Books

Por que ler este livro? Sabe aquele romance super gostoso que faz o coração derreter de amores? É esse! Ele vai te fazer querer embarcar no primeiro avião direto para Paris! Stephanie Perkins é uma autora americana que teve sua estreia na literatura com a trilogia de ‘Anna e o beijos francês’, o romance foi um sucesso imediato e, ainda é considerado uma de suas obras mais prestigiadas. Prepare-se para se apaixonar por Anna e seus amigos neste livro envolvente e cheio de reviravoltas.

 

2-Eleanor & Park –  Rainbow Rowel

Eleanor & Park no Apple Books

(Crédito/ Amazon)

Eleanor é nova na cidade. Com roupas inusitadas, cachos ruivos indomáveis e uma família problemática, ela sente que nunca vai conseguir se encaixar. 
Park senta sozinho no ônibus da escola. Sempre de camiseta preta, fones de ouvido e a cabeça enfiada num livro, acha que consegue passar despercebido. 
Mas não para Eleanor. 
Aos poucos, entre fitas cassetes gravadas, pilhas de histórias em quadrinhos e conversas até tarde da noite, Eleanor e Park se apaixonam. 
Narrada durante o ano letivo de 1986, essa é a história de dois jovens de dezesseis anos que, mesmo sabendo que o primeiro amor quase nunca é para sempre, têm coragem e esperança suficientes para tentar. – Google Books. 

Por que ler este livro? Um dos romances mais aclamados e premiados da atualidade, Eleanor & Park é o tipo de livro que nunca envelhece e sempre pode ser relido em momentos diferentes da sua vida, pois a história é tão impressionante que sempre vai te emocionar. Tem uma temática super necessária e aborda temas muito necessários, além de se passar nos anos 80. Além disso, o livro vai virar filme, A PICTURESTART comprou os direitos da obra de Rowell, ainda sem previsão de lançamento.

A editora Seguinte acaba de lançar a nova tradução do livro que já pode ser considerado um novo clássico do romance infanto-juvenil, a nova versão já está em pré-venda.

 

3- Stars – As estrelas entre nós – Anna Todd 

Stars - As estrelas entre nós - Livros na Amazon Brasil- 9788582467831

(Crédito/ Amazon)

Karina sempre soube o quão difícil é a vida militar, desde a convivência com seu pai militar até mesmo a infância e a juventude dentro de uma base. Depois de tantos anos de rigidez, ela aprendeu que guerras nunca terminam, elas sempre deixam marcas inimagináveis e causam feridas naqueles que estão à espera de seus entes queridos. Com a intenção de se dedicar à sua carreira de massagista e finalmente ser livre, Karina compra uma casa fora da base militar. Porém, Kael, um cliente misterioso e de poucas palavras, surge em sua vida e desperta mais do que apenas a sua curiosidade, fazendo com que ela mude todos os seus planos. Aos poucos, Karina percebe que Kael carrega consigo muito mais do que dois períodos no Afeganistão. A carga de Kael e suas mentiras são muito maiores do que Karina é capaz de suportar, levando-a até mesmo a desconfiar de seus sentimentos e intuição. – Google Books.  

Por que ler este livro? Anna Todd explodiu com seu primeiro best-seller ‘After’, que virou filme no ano passado. Porém, com esta obra, a autora sai de sua zona de conforto e escreve uma nova história, totalmente original e diferente, além de claro, muito encantadora. Um romance com uma protagonista forte, batalhadora e determinada, que você facilmente vai se identificar, Karina poderia ser sua melhor amiga, lidando com suas próprias inseguranças enquanto descobre um novo amor. Neste livro, a autora explora novos caminhos e mostra que sabe ser versátil quando se trata de escrever uma boa história de amor.

 

4- Invisível – Aimee Oliveira:

Invisível | duplosentidoed

(Crédito/ Amazon)

Entre noviças e outras mocinhas da alta sociedade, Carina LaDonne estuda no prestigioso internato Santa Tereza, na serra de Petrópolis no Rio de Janeiro. Ser praticamente invisível é sua maior característica, o que para muitos é motivo de vergonha, mas não para ela, que tira proveito desse dom para escapulir do internato de vez em quando sem que ninguém perceba. Em uma dessas fugas, porém, a habilidade da garota se volta contra ela: enquanto atravessa a rua, um motorista em alta velocidade não a vê passar, de modo que seu carro vai de encontro a ela. 
O motorista em questão, Pedro Hockfiel, ao contrário de Carina, é notado e conhecido por todos. Em uma época em que internet e celulares estão um pouco longe de serem inventados, o jovem de 21 anos figura muitas das colunas sociais dos jornais, deixando a alta sociedade de cabelo em pé com sua vida boêmia. O que ele jamais poderia imaginar era que seus próprios cabelos ficariam em pé quando seu caminho, literalmente, colidisse com o de Carina, resultando em muito mais do que sustos e uma ida inesperada ao hospital. 
Em Invisível, Aimee Oliveira mostra mais uma vez como é capaz de contar romances com um humor e magnetismo únicos. Com personagens apaixonantes, o leitor ficará preso à história de Pedro e Carina desde o início até além do ponto final. – Google Books. 

Por que ler este livro? A autora carioca faz jus ao sucesso do Wattpad com o livro ‘Invisível’, o romance complicado de gato e rato de Carina e Pedro te faz ficar vidrado no livro até a última página, não é à toa que o romance rendeu tantas visualizações e foi publicado pela editora Duplo Sentido. Vale a pena conferir e se divertir com as trapalhadas de Carina e Pedro.   

 

5-Mil beijos de garoto – Tillie Collie

(Crédito/ Amazon)

A estreia de Tillie Cole no Brasil, com o livro finalista em 2016, do Goodreads Choice Awards.  

 Um beijo dura um instante. Mas mil beijos podem durar uma vida inteira. Um garoto. Uma garota. Um vínculo que é definido num momento e se prolonga por uma década. Um vínculo que nem o tempo nem a distância podem romper. Um vínculo que vai durar para sempre. Ao menos era o que eles imaginavam. Quando, aos dezessete anos, Rune Kristiansen retorna da Noruega para o lugar onde passou a infância – a cidade americana de Blossom Grove, na Geórgia –, ele só tem uma coisa em mente: reencontrar Poppy Litchfield, a garota que era sua cara-metade e que tinha prometido esperar fielmente por seu retorno. E ele quer descobrir por que, nos dois anos em que esteve fora, ela o deletou de sua vida sem dar nenhuma explicação. Este romance, finalista do Goodreads Choice Awards 2016, marca a estreia da adorada escritora Tillie Cole na ficção young adult. É também seu primeiro livro publicado no Brasil.- Google Books. 

Por que ler este livro? Nesta história de Tillie Cole, temos o casal que podemos chamar de perfeito, com a amizade perfeita e tudo o que se sonha para um amor. O livro vai te levar dos suspiros as lagrimas em poucas páginas, e, principalmente, vai te mergulhar em algo muito mais profundo e inimaginável. Mil beijos de garoto é muito mais que um simples romance clichê, essa história te faz refletir sobre temas importantes e sobre como vemos as coisas ao nosso redor. Pegue seus lencinhos e boa leitura!

 

 

Por Ana Maria Dias

Uma matéria exclusiva publicada pela revista Variety nesta sexta-feira, dia 10, confirma a Netflix como responsável pela adaptação de “A Seleção”, obra da escritora norte-americana Kiera Cass.

Publicado em 2012, o livro é o primeiro de uma série composta por cinco títulos (“A Elite”, “A Escolha”, “A Herdeira” e “A Coroa”, além da coletânea de contos “Felizes Para Sempre”). A história é narrada em um futuro distópico em que 35 garotas são selecionadas para competirem pelo coração do príncipe Maxon Schreave. Entre as escolhidas está America Singer, jovem de família simples que, apesar de não querer fazer parte do processo, acaba se inscrevendo e se tornando uma das favoritas ao título de princesa.

O filme será comandado pela diretora Haifaa Al-Mansour e produzido por Denise Di Novi e Pouya Shahbazian, ao lado de Margaret French Isaac no cargo de produtora executiva.

“Estamos empolgados em trabalhar com a Netflix e trazer esses amados livros à vida para os fãs, que são tão leais e apaixonados. A autora, Kiera Cass, criou uma fantasia fascinante, cuja uma mensagem de empoderamento e autenticidade é mais relevante hoje do que nunca”, disse Di Novi à Variety.

No Twitter, Cass revelou estar emocionada com a notícia e disse que ainda não há informações sobre o elenco. De acordo com a escritora, o projeto está em fase de roteiro e, atualmente, ela trabalha na sequência de The Betrothed, outra publicação sua.

Com mais de 11 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, “A Seleção” tornou-se um fenômeno literário. E a confirmação da adaptação, sem data prevista de lançamento, deixou muita gente animada. Inclusive, já tem fã especulando o casting de atores do longa.

https://twitter.com/whitethorian/status/1248680291927031812

https://twitter.com/NgostoDfEijAo/status/1248680682861322240

E aí, estão ansiosos pra acompanhar as cenas da história de America e Maxon? Contem pra gente quais as expectativas!